Pesquise sobre inovação e é possível que em alguns click's você chegue a Steve Jobs. Quanto mais recente o artigo mais provável que isto seja verdade. Todos sabemos e reconhecemos que ele foi de fato inovador. Na biografia oficial de Steve Jobs existe uma revelação que para muitos passou despercebida. Nesta ele afirma: "I discovered that sometimes the best innovation is the company, the way you organize a company". Ou seja, talvez a melhor inovação é a maneira sue você organize a empresa. Ele era sem dúvida um inovador, mas seu estilo único torna quase impossível imitar. Então como os "normais" poderiam repensar e reorganizar suas empresas para inovar? Organização não é de empresa, é de pessoas. Conseguir identificar, atrair, organizar e liderar talentos é fundamental para conquistar objetivos. Segundo Gary Hamel, isto significa administrar, e administrar é definitivamente "a" Tecnologia Social. E é por isto que os verdadeiros lideres não se cansam em buscar novas formas para obter o melhor de seus empregados. Algumas empresas estão conseguindo saltos significativos investindo e estimulando a colaboração, um componente crítico para o aumento da eficácia dos empregados. Talvez você nem precisasse de muitos estudos e pesquisas científicas, bastaria observar ao seu redor com atenção - e sem preconceito - a revolução que a Internet Social está fazendo na vida das pessoas, famílias, comunidades e negócios. De qualquer forma, algumas pesquisas e estudos tem comprovado que empresas que tem conseguido criar modelos de gestão que exploram mais a "organização em redes", e são mais intensas de colaboração, tem muito mais chance de alcançar seus objetivos. Infelizmente a maioria das técnicas de gestão, incluindo avaliação de performance, ainda tendem a ser hierárquicas e individuais. Por necessidade, as empresas terão que aprender a estimular o desenvolvimento de organizações mais colaborativas, mais sociais, e aprender a monitorar e analisar estas redes. Desta forma poderão tanto desenvolver, como melhor avaliar, seus talentos. As redes organizacionais, que podem contar com a participação de talentos internos e externos da empresa, e que podem variar em dimensão e diversidade, já estão se tornando uma nova prática de gestão. Ainda há muito a se aprender e desenvolver, mas certamente este movimento vai promover e tornar mais popular a ciência de SNA/ONA (Social/Organizational Network Analysis) da qual a SIMPLEZ é pesquisadora e provedora. O MIT descreve um modelo simplez, digo simples, e útil para desenvolver e avaliar talentos. Considerando a performarnce individual, mas também a sua eficácia na rede, dois eixos permitem identificar quatro tipos de talentos.Veja no rabisco! Possivelmente os xY (sub-utilizados) e Xy (Ocultos) são a grande maioria das pessoas nas empresas e um potencial adormecido que poderia gerar impactos em larga escala nas mais diversas áreas e disciplinas empresariais. As fontes são mutias, mas a inspiração para o post está em sloanreview.mit.edu/x/53211 Add Comment Viver é arriscar 09/05/2011
Vovó já dizia que “quem não arrisca não petisca”. Thomas Edison defendia que genialidade é 1% inspiração e 99% transpiração. Como inovar e gerar valor efetivamente naquilo que fazemos? Tentando, errando e tentando de novo até atingir a excelência… E depois acabar descobrindo que nada mais faz sentido e encontrando novos mistérios para resolver – tenta, erra e tenta de novo! Pois bem, esse vídeo mostra a validade deste esforço de maneira simples e surpreendente. Enjoy! Life = risk Vamos sujar as mãos? Papai, posso fazer uma pergunta? 03/05/2011
Ficar adulto nos faz pensar diferente de quando éramos crianças. Até ficarmos “executivos tarimbados” são anos de educação, da escola primária ao MBA, que nos ensinam quase que exclusivamente o pensamento analítico. Aprendemos a confiar cegamente na lógica dedutiva (3×5=15, e pronto) e indutiva (estatisticamente, 80% dos clientes compraram este produto, então vamos parar de pensar em outros e aumentar a oferta deste, pois eles amam isto). Gente que entende diz que tudo isto é porque nossa educação é baseada nos ensinamentos de Aristóteles. Mas ele também ensinou que este pensamento analítico funciona apenas para “as coisas que são como são”. E para os problemas diferentes, os problemas de estranha complexidade, e para construir coisas que não existem hoje? Para isto Aristóteles nos ensinou sobre a Lógica Abdutiva. “Através do diálogo nós criamos coisas que não existem”, ou a Retórica. Empresas ainda têm dificuldade para entender que o mercado nada mais é que o resultado das conversas das pessoas, dos humanos. Diálogos. As empresas estão cheias de pensamento analítico, e vazias de pensamento intuitivo. Deveria ser mais equilibrado. Quer reaprender a pensar? Fale com as crianças! Quando elas perguntam “porquê” repetidas vezes estão nos dando uma grande lição. Estão nos ensinando a reenquadrar o problema (problem reframing). Peça a uma delas que lhe mostre a sua casa ou o seu quarto, observe-a falando com um coleguinha, peça para ela imaginar uma solução para um problema contraditório, pergunte a ela o que acha dos seus sapatos, pergunte o que ela faria com $10 e depois com $100… Observe e você verá como desaprendemos a pensar, criar… Inovar. Eu aprendi com os ensinamentos da IDEO uma coisa fantasticamente simples. Se você quer saber como será o futuro, pergunte a uma criança. Se você quiser saber como será o amanhã pergunte a um adolescente. Se você conseguir fazê-lo falar. De agora em diante lá em casa a coisa vai mudar para: “Hei filhão, posso lhe fazer uma pergunta?” Nota: O conteúdo deste post foi inspirado nos pensamentos de Design Thinking (Martin) e Tom Kelley, executivo da IDEO, em The 10 Faces of Innovation. Não posso dizer que foi baseado neles, pois seria sacanagem com tão ilustres pensadores e suas obras. |


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