Simplez
 
A Brightidea é uma empresa norte-americana líder global em gestão da inovação. A Brightidea ajuda as empresas a promover a inovação desde 2000, provendo uma solução completa que considera desde a geração de ideias, passando pela definição de propostas até a construção de projetos de inovação. O Blog da Brightidea destacou o sucesso da Simplez e sua participação na feira do conhecimento, ocasião na qual foram apresentados os seus serviços inovadores para resolução de problemas complexos de negócio. Ainda, o Blog destacou os cases de sucesso que vêm sendo construídos pela Simplez junto a grandes empresas, como AGCO - líder em equipamentos agrícolas na América Latina e o Banco De Lage Landen - provedor global de soluções financeiras. Leia mais aqui.
 
 
Na Feira Conhecimento da Gestão que foi realizada junto com o 12o Congresso Internacional de Gestão a Simplez sorteou uma Mini-biblioteca de Inovação. Veja o vídeo do sorteio.

A Vencedora foi Maria Luísa Bonini de Cachoeira do Sul -RS

 
 
A Simplez estará presente na Feira Conhecimento da Gestão e Resultados nos dias 04 e 05 de julho de 2011, no stand n. 3. Nós faremos a palestra  Inovando a Inovação: Como gerar resultados em campanhas de inovação convergindo, design thinking, social technology e open innovation  no dia 04/07 às 14:40 hs no auditório da Feira.

A Feira do Conhecimento faz parte do  12º Congresso Internacional da Gestão (http://www.mbc.org.br/mbc/pgqp/hot_sites/12_congresso_inter/) o maior evento na área da Qualidade da Gestão que será realizado, juntamente com o 21º Congresso Brasileiro da Qualidade e Produtividade. O evento contará com a participação de importantes pensadores nacionais e internacionais e organizações com excelência em Gestão e Inovação.

O Congresso ocorre em Porto Alegre/RS nos dias 4, 5, 6 e 9 de julho. Além das palestras, terão cursos e workshops, visitas técnicas, o 25º Concurso Estadual de Projetos Participativos, o 16º Prêmio Qualidade RS e a Feira Conhecimento da Gestão e Resultados.

Esperamos vocês lá.


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Vejam uma degustação da palestra que fizemos no Expodigitalks.
 
 
Rodrigo Polydoro Oliva irá palestrar amanhã (09/06) na ESPM -RS  as 19:00, com o Tema: Falando de Negócios: Tecnologia da Informação, Inovação e o Novo Mundo e seus desafios. 
Nesta abordagem serão apresentados os cases de como Inovar a Inovação através da convergência do Design Thinking, Social Technology e Open Innovation.
 
 
O Expo Digitalks aconteceu no Fecomercio em SP nos dias 1 e 2 de junho e trouxe a oportunidade para apresentar diversas tendências e informações sobre o mercado digital.  Foram dois dias  intensos com Congresso Internacional, Exposição, Free Seminars e Rodadas de Negócio. 

A Simplez esteve com sua equipe participando de todo o evento. Em nosso stand os visitantes puderam descobrir como estamos "Inovando a Inovação" através da convergência entre o Design Thinking, Social Technology e Open Inovation.

Rodrigo Polydoro Oliva, um dos líderes da Simplez palestrou para uma plateia cheia no Free Seminar: Inovação 2.0: Gerando Resultados, convergindo Design Thinking, Social Technology e Open Innovation, onde apresentou os métodos, cases e plataforma (Brightidea) para alcançar os resultados.
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Nos últimos tempos o mundo vem mudando de uma forma assustadoramente rápida e muitos profissionais e empresas não sabem bem para onde ir; elas estão no meio do furacão e as orientações são poucas. Pense em algumas coisas que estão influenciando o mundo como novos modelos de gestão, enterprise 2.0, cloud computing, redes sociais, busca incessante por inovação, novas regras e relacionamentos de negócio, novos consumidores, novos tipos de profissionais (geração, X, Y Z …), e tudo isso pode gerar NOVAS OPORTUNIDADES.

Então como as empresas podem explorar este momento e gerar mais valor?

Uma das premissas é entender que as empresas ainda estão muito ligadas a modelos tradicionais que priorizam o enfoque analítico, da eficiência, do resultado de curto prazo, com ênfase em menos riscos, ou seja, empresas que buscam porte e escala. Em contraponto a esta ênfase, estão as empresas que buscam explorar constantemente o novo, que usam muito do lado direito do cérebro, da intuição, da subjetividade e da criatividade, mas que muitas vezes não conseguem se manter ao longo do tempo, por que os resultados financeiros não aparecem em ordem suficiente para manter esta grande exploração de idéias. Por isso, o equilíbrio destas duas ênfases tem sido apresentado como o elemento de vantagem competitiva de longo prazo praticamente inesgotável.

Este é o objetivo do Design Thinking, que é “filosofia” que permite que as pessoas e empresas, ao invés de analisar alternativas existentes, foquem-se em desenhar futuros alternativos que façam sentido e que sejam válidos e relevantes.

O Design Thinking tem como grande resultado a geração de novos modelos de negócio, de serviços, de produtos, entre outros aspectos empresariais e é utilizado e aplicado em diversas organizações como Apple, McDonalds e Casas Bahia.

Se você está buscando inovação em seus negócios, não acredite apenas em um dos lados do seu cérebro, una-os em prol do seu negócio. Seja um Design Thinker.

Fonte: Design de Negócios, 2009, Roger Martin.
 
 
“@ciotalkradio : IT might get worse, before IT gets better. #CIO”

O tweet acima sugere que a TI vai piorar, para então começar a melhorar. A nossa primeira reação foi que realmente concordar que o que entendemos como “áreas de TI corporativas” estava realmente piorando. A segunda foi que, quando melhorar, talvez a TI não tenha mais nome. Então, provocados a especular, começamos a pensar sobre o assunto…

Tudo é humano! Tudo o que você pensa ou faz nos negócios depende, e afeta, seres humanos. É por isso que filosofias como o Design Thinking têm nos estimulado e ajudado a repensar as dinâmicas de gestão e administração tradicionais. É por isso também que as tecnologias sociais estão mostrando para as empresas que tudo está relacionado a pessoas… E que estas tem vozes (e as usam).

A esquizofrenia da TI. Se tudo é humano, quais seriam as “personas” do CIO? Conhecimento sobre tecnologia ou sobre o negócio? Foco nos processos internos ou no cliente e mercado externo? Operacional ou estratégico? Eficiência ou inovação? Cozinha ou porta da frente?

Uma das hipóteses de solução está baseada em um exercício prático centrado no humano: “personas”. O post “4 CIO Personas” (*) é muito pertinente e pode ser a melhor resposta até agora. O papel do CIO tem de evoluir, e o desafio será entender os “personagens”:
- Chief “Infrastructure” Officer
- Chief “Integration” Officer
- Chief “Intellingence” Officer
- Chief “Innovation” Officer

Em muitas organizações, a “TI corporativa” carece de credibilidade, pois a marca “TI” (brand) ficou muito ruim. O desafio de cada empresa será escolher algum caminho entre:
a) Capacitar e dar mais poder para ter um super C(4)IO, com um time capaz de contracenar e colaborar;
b) Dissipar a TI até que ela desapareça, terceirizando e criando novas funções executivas com ótimos atores.

Fazer nada não será uma escolha.

(*) Harvard Business Review
 
 
Vovó já dizia que “quem não arrisca não petisca”. Thomas Edison defendia que genialidade é 1% inspiração e 99% transpiração.

Como inovar e gerar valor efetivamente naquilo que fazemos? Tentando, errando e tentando de novo até atingir a excelência… E depois acabar descobrindo que nada mais faz sentido e encontrando novos mistérios para resolver – tenta, erra e tenta de novo!

Pois bem, esse vídeo mostra a validade deste esforço de maneira simples e surpreendente. Enjoy!

Life = risk

Vamos sujar as mãos?
 
 
Ficar adulto nos faz pensar diferente de quando éramos crianças. Até ficarmos “executivos tarimbados” são anos de educação, da escola primária ao MBA, que nos ensinam quase que exclusivamente o pensamento analítico. Aprendemos a confiar cegamente na lógica dedutiva (3×5=15, e pronto) e indutiva (estatisticamente, 80% dos clientes compraram este produto, então vamos parar de pensar  em outros e aumentar a oferta deste, pois eles amam isto).

Gente que entende diz que tudo isto é porque nossa educação é baseada nos ensinamentos de Aristóteles. Mas ele também ensinou que este pensamento analítico funciona apenas para “as coisas que são como são”. E para os problemas diferentes, os problemas de estranha complexidade, e para construir coisas que não existem hoje? Para isto Aristóteles nos ensinou sobre a Lógica Abdutiva. “Através do diálogo nós criamos coisas que não existem”, ou a Retórica. Empresas ainda têm dificuldade para entender que o mercado nada mais é que o resultado das conversas das pessoas, dos humanos. Diálogos. As empresas estão cheias de pensamento analítico, e vazias de pensamento intuitivo. Deveria ser mais equilibrado.

Quer reaprender a pensar? Fale com as crianças! Quando elas perguntam “porquê” repetidas vezes estão nos dando uma grande lição. Estão nos ensinando a reenquadrar o problema (problem reframing). Peça a uma delas que lhe mostre a sua casa ou o seu quarto, observe-a falando com um coleguinha, peça para ela imaginar uma solução para um problema contraditório, pergunte a ela o que acha dos seus sapatos, pergunte o que ela faria com $10 e depois com $100… Observe e você verá como desaprendemos a pensar, criar… Inovar.

Eu aprendi com os ensinamentos da IDEO uma coisa fantasticamente simples. Se você quer saber como será o futuro, pergunte a uma criança. Se você quiser saber como será o amanhã pergunte a um adolescente. Se você conseguir fazê-lo falar.

De agora em diante lá em casa a coisa vai mudar para: “Hei filhão, posso lhe fazer uma pergunta?”

Nota: O conteúdo deste post foi inspirado nos pensamentos de Design Thinking (Martin) e Tom Kelley, executivo da IDEO, em The 10 Faces of Innovation. Não posso dizer que foi baseado neles, pois seria sacanagem com tão ilustres pensadores e suas obras.