Design Thinking 06/23/2011
Nos últimos tempos o mundo vem mudando de uma forma assustadoramente rápida e muitos profissionais e empresas não sabem bem para onde ir; elas estão no meio do furacão e as orientações são poucas. Pense em algumas coisas que estão influenciando o mundo como novos modelos de gestão, enterprise 2.0, cloud computing, redes sociais, busca incessante por inovação, novas regras e relacionamentos de negócio, novos consumidores, novos tipos de profissionais (geração, X, Y Z …), e tudo isso pode gerar NOVAS OPORTUNIDADES. Então como as empresas podem explorar este momento e gerar mais valor? Uma das premissas é entender que as empresas ainda estão muito ligadas a modelos tradicionais que priorizam o enfoque analítico, da eficiência, do resultado de curto prazo, com ênfase em menos riscos, ou seja, empresas que buscam porte e escala. Em contraponto a esta ênfase, estão as empresas que buscam explorar constantemente o novo, que usam muito do lado direito do cérebro, da intuição, da subjetividade e da criatividade, mas que muitas vezes não conseguem se manter ao longo do tempo, por que os resultados financeiros não aparecem em ordem suficiente para manter esta grande exploração de idéias. Por isso, o equilíbrio destas duas ênfases tem sido apresentado como o elemento de vantagem competitiva de longo prazo praticamente inesgotável. Este é o objetivo do Design Thinking, que é a “filosofia” que permite que as pessoas e empresas, ao invés de analisar alternativas existentes, foquem-se em desenhar futuros alternativos que façam sentido e que sejam válidos e relevantes. O Design Thinking tem como grande resultado a geração de novos modelos de negócio, de serviços, de produtos, entre outros aspectos empresariais e é utilizado e aplicado em diversas organizações como Apple, McDonalds e Casas Bahia. Se você está buscando inovação em seus negócios, não acredite apenas em um dos lados do seu cérebro, una-os em prol do seu negócio. Seja um Design Thinker. Add Comment |
